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28 de novembro de 2011


Novos ares ao levantar da cama, jurando ser um novo mas mesmo dia. Ultimamente os dias só passam. E passam. E o mundo cada vez menor, fechado. Claustrofobia, sabe?!

Hoje não...Sorriso discreto, sensação de leveza. Um alívio imediato.
Quando as palavras não são só palavras.

Ontem tava tão difícil acreditar porque dar rumo à vida não é tão simples...exige força. Queria eu deixar a vida me levar pra onde ela quiser. Iria fácil sem me importar com nada. Nem sucesso nem dinheiro nem casa pra morar. Mas nessa vida não dá mais. O tempo que sobrou me engole de corpo inteiro, pede pressa.

Eu podia ser como uma delas, aquelas tias. A cidade tinha pena, eu tinha admiração. Reinventaram o modo de viver e foram felizes até os 95. Dizem que trouxe elas no meu sangue, mas eu não me permiti. Que pena.

Evolução que me atrasou. Evolução que me obrigou a fazer escolhas. E o que acontece quando se chega aos 30 e todas as escolhas foram erradas? Quando você se conforma é fácil, mas quando não? Como faz pra rebobinar a vida? Como explicar ao mundo que você não quer mais aquilo ali? Que quer tentar de novo, que quer outra coisa, que ninguém tem nada a ver com isso?

E tô eu de novo seguindo por novas escolhas, tentando parar o tempo para dar tempo de chegar lá. Tomara que dê.

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso
Faço hora
Vou na valsa...


A minha valsa é lenta porque quase sempre o caminho é a melhor parte.

posted by Genivalda Joga pedra na Geni!




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