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23 de agosto de 2007


Não adianta desperdiçar sofrimento
Por quem não merece
É como escrever poemas no papel higiênico
E limpar o cu
Com os sentimentos mais nobres...


23.08 Parte 1:
Sonhos. sonhos malditos, vão embora!

Eu durmo bem, descanso, tô na santa paz de Jah. Mas o subconsciente vem me perturbar sempre. Estraga meu dia, meu ânimo, minha beleza. Meu tempo. Já era, caralhos! Sai de mim. Xô. Se manda.

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O meu inferno de todo dia.


23.08 Parte 2:

E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia

E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não...


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E o meu veneno antimonotonia.

É, e a gente vai vivendo...

posted by Genivalda Joga pedra na Geni!




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