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6 de novembro de 2005


Meia hora olhando pro teclado sem saber por onde começar. O fim de semana foi muito bom mesmo, consegui encontrar todas as pessoas que eu gosto, que me fazem bem. Quase consegui parar de pensar naquelas que me deixam mal, mas isso tudo é um processo bastante demorado e eu sei de toda a paciência que eu vou ainda vou precisar.

Janeiro tá quase chegando (ou será só a minha vontade de que chegue logo?) e eu sei que muita coisa vai acontecer. Deveria estar tranqüila, mas meu nome, hoje, é impaciência. Não é o fato de viajar, sair daqui, estar com os amigos. É o fato de se libertar de muita coisa que não consigo há tempos. E olhe que já tentei de todas as maneiras, até macumba e remédio tarja preta.

Tá, tô viajando aqui com esse teclado, mas deixa aí pra meio de registro.

Sexta-feira fui com o pessoal seguir umas bandinhas de frevo lá no Recife Antigo. Ok, programa de velho, mas eu adoro. O astral do frevo é uma das melhores coisas que existe, no carnaval ou fora dele, aqui nessa cidade. Ainda deu tempo pra sentar numa mesa com os amigos, e as amigas que chegaram depois, e fofocar um pouco. Fora isso, ninguém merece mais aquele lugar. Virou programa tipo não-tem-o-que-fazer-vai-pro-recife-antigo.

Ontem, o engarrafamento de duzentas horas, a ansiedade, o medo do carro arrombado, a quantidade de gente que LOTOU aquele lugar e a chave do carro que eu perdi no final do show...nada disso conseguiu estragar, nem diminuir, a noite massa, o show perfeito de Nando Reis. E poder ir lá pra frente, grudar no palco, beber todas as letras dele, gritar até a garganta doer muito, pular até o pé - com sandália de salto muito alto porque tenho medo de me perder em multidão - reclamar. Aquele tipo de fã, de tiete, que faz amizades com outras fãs pra poder gritar mais alto ainda, pra chamar atenção, pra combinar músicas pra cantar, tudo isso. Adolescente eu, 13 anos, com orgulho. Rá!

E mesmo não tendo o show de Eddie, ainda encontrei o resto dos amigos no final e pude rir mais e conversar mais. E levei mordidas de pessoas bêbadas com força multiplicada por mil. Muito medo. Nem conto que esse insano derrubou minha amiga no chão de lama e grama e ela deu o maior lance da paróquia. E aquela cena, no meio do desespero da chave perdida, foi realmente de chorar de rir.

Eu sou tão, mas tão assim, idiota que ofereci caronas de volta pra casa e não tinha a chave do carro. E as pessoas que aceitaram a carona, aliviadas de não precisar voltar andando, não SÓ precisaram voltar andando como tiveram também que ajudar a procurar a chave no meio daquela porcalhada toda que ficou o lugar do show. Eu me amo. Minhas cagadas sempre são completas.

Hoje teve aniversário da amiga, uma das seis, que foi embora. Eu finalmente eu vi o filho chorão dela acordado.

Festinha da Vitória Régia fechando o fim de semana. Com as amigas. Festa de bairro que tem muuuita história pra contar, mas não tem mais taaaanta graça.

E amanhã não é uma segunda-feira das piores, mas tem a velha contabilidade para estudar. Ô vida estranha essa que fui me meter, né?! Terminar odonto e ir gostar dessas coisas? Deus me fez meio torta, eu ja sabia!

posted by Genivalda Joga pedra na Geni!




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