. Calendário .






. Blogs outros .

Antipoético
Às vezes tudo...
Balde de gelo
Brenda Walsh
Canto de detalhes
Carbon Monoxide
Clarah Averbuck
Clarices
Cristiane Lisboa
Estradeira
Filosofia de Para-Choque
Garatuja
Kibe Loco
Namastê
Qual é a sua?
Pena & tinteiro
Playground
Redatoras de merda
Rita Apoena
Tudo palhaço
Um baiano em Sampa
Vodca barata





. Arquivos .




25 de outubro de 2005


E eu que falei sem pensar, coração na mão como um refrão de um bolero e fui sincero como não se pode ser...

É, e eu não sei até que ponto isso pode ser considerado um ato de coragem, assim, falar tudo na cara de uma pessoa. Talvez um ato de necessidade. Necessidade de vomitar tudo que não foi digerido e deveria ter sido há tempos. Coragem? Acho que não. Principalmente quando se utiliza verbos conjugados no passado...e a realidade é que nem é tão passado assim.

Sou frouxa, fujona, medrosa. Só aprendi a ser desse jeito. A vida pode até tá me fazendo mudar, mas a troco de muitas noites mal dormidas.

Falar não resolve. E nesse ponto, nada mais resolve. Apenas os dias, o tempo, tudo nesse indo-e-vindo-infinito. Bem...estou aprendendo a não morrer mais de câncer!


posted by Genivalda Joga pedra na Geni!




Powered By Blogger TM

online