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5 de dezembro de 2002


Acabei de voltar de um mini-passeio com minha mãe, minha tia e minha prima Márcia. Três loucas desvairadas que só fazem palhaçadas. E eu, que só faço ri das merdas delas. Lembro que na época que eu convivia mais com minha família, era impossível fazer uma refeição na presença de Márcia e do irmão dela. Ou eu engolia a comida, ou ria...muitas dessas vezes eu não conseguia comer. Muitas dessas vezes eu engasgava ou cospia tudo fora. Um aperreio.

Hoje não foi diferente. Márcia contando dos apelídos que a namorada do irmão colocou nele, que ela descobriu "por acaso" numa mensagem de celular. Márcia fazendo careta para as pessoas no sinal. Márcia inventando loucas histórias para as amigas da minha irmã. Márcia contando NATURALMENTE das aventuras dela. E fica puta quando alguém rir, ela acha que as pessoas nunca conseguem levar ela a sério. Mas, acredite, não tem como.

Passou um tempo sumida das festinhas da família. Um belo dia, virou protestante e apareceu numa dessas festas pra ler uma mensagem de paz e amor. Um desastre porque todo mundo só conseguiu rir quando, na verdade, a intenção dela era que todos chorassem de emoção.

Arrumou um namorado surfista e protestante. Tudo dele era "pô, bote fé aê...mó fé, mermão!". Hoje perguntei por ele, ela só fez responder: Nossa, Deus me livre, aquele cara era um louco!

Na época de colégio, tirou um 10 em física, e foi pagar uma promessa. Robou dinheiro da carteira da mãe, foi até a padaria, comprou 100 pães e foi distribuir no sinal. Disse que nunca viu tanto menino correndo.

Tirando o episódio "eu, perdida na cidade até o anoitecer, aos 9 anos de idade, com Márcia...ambas fugindo dos pais." E também sem contar que a gente tomava todos os remédios homeopáticos do pai dela. Quando ele não estava em casa, lógico!

Muitas outras histórias pra contar dela, mas o post já ficou grande demais pra esses meus leitores preguiçosos.
:)

posted by Genivalda Joga pedra na Geni!




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